Vale um Like

‘O Expresso Polar’ é sempre uma boa pedida no Natal

O filme, inspirado na obra de Chris Van Allsburg, tornou-se um clássico do cinema e emociona pela narrativa sensível.

Às vésperas do Natal, a coluna “Vale um Like” revisita a obra do escritor e ilustrador norte-americano Chris Van Allsburg: O Expresso Polar. Lançado em 1985, o livro ganhou uma adaptação cinematográfica em 2004.

O longa-metragem, estrelado por Tom Hanks e dirigido por Robert Zemeckis, entrou para o Guinness Book of World Records como o primeiro filme totalmente produzido utilizando a tecnologia de captura de performance, que permite registrar o movimento dos atores através de sensores presos a seus corpos. Outra curiosidade interessante é que o título tornou-se pioneiro ao ser lançado simultaneamente em IMAX 3D.

Com uma bela trilha sonora, ‘O Expresso Polar’ tem personagens cativantes. A aventura emociona, diverte e sensibiliza o espectador. Tudo é simbólico e delicado, um convite à reflexão.

O resultado é impressionante e tornou-se bastante comum em outras dezenas de produções. Dessa forma, Tom Hanks pôde dar vida a 5 personagens – um deles, inclusive, é o garoto que protagoniza a história. Aliás, é a partir da relação de Billy com a data que surge um dos diferenciais da narrativa, que se tornou um dos mais belos contos natalinos.

A poucas horas da comemoração, Billy não se deixa mais cativar. Não compartilha da alegria com a irmã e nem acredita na magia típica do Natal e seus elementos. Sem grandes expectativas, prefere se deitar e é surpreendido com o que enxerga diante da sua casa.

O Expresso Polar, que dá nome à história, para diante de sua residência e ele é convidado a embarcar. Cético, reluta a aceitar o convite, mas acaba seguindo viagem no transporte que conduz crianças, de personalidades distintas, ao Polo Norte. Mais que conhecer o Papai Noel, cada um desses meninos e meninas têm o desafio de descobrir o rumo e as necessidades de suas próprias jornadas.

Com uma bela trilha sonora, O Expresso Polar tem personagens cativantes. A aventura emociona, diverte e sensibiliza o espectador. Tudo é simbólico e delicado, um convite à reflexão.

O guizo que Billy ganha das mãos de Noel tem um simbolismo marcante. Se é tempo de festas, a produção é uma dica especialíssima para a ocasião. Vale lembrar que Allsburgh é autor de Jumanji, que ganhou uma nova versão para os cinemas com estreia prevista para janeiro, e Zathura. Feliz Natal a todos!

Entre no clima natalino ao som de ‘Believe’, com Josh Groban, canção-tema de O Expresso Polar indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro.

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Cristiano Freitas

Cristiano Luiz Freitas é jornalista, roteirista e produtor cultural com quase 20 anos de experiência em projetos voltados aos públicos infantojuvenil e jovem. Com passagens pela Gazeta do Povo e Grupo RIC, atualmente desenvolve ações em comunicação para o Complexo Pequeno Príncipe. Em seu currículo, constam importantes premiações como o Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo.

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